Rosácea: o que você precisa saber sobre ela Rosácea: o que você precisa saber sobre ela

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Rosácea: o que você precisa saber sobre ela

mulher branca, olhando para o espelho com uma toalha na cabeça.
15 de julho de 2020

São várias as questões que podem acometer a qualidade da nossa pele. Uma das desafiadoras, sem dúvidas, é a rosácea, doença que atinge milhares de pessoas. Nos últimos anos, passou a ser abordada com mais frequência, fato que mostra que o interesse por suas causas e tratamento tem aumentado também. Neste artigo, você encontrará as principais dicas e informações que você precisa sobre a rosácea: o que é, sintomas, causas, tipos, tratamentos e rotina de cuidados. Boa leitura!

O que é rosácea

A rosácea é uma condição inflamatória crônica da pele, associado a uma alteração vascular. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), essa dermatose é mais comum de aparecer em mulheres acima dos 30 anos, mas também pode se desenvolver em homens, sendo que neles tende a se apresentar de forma mais grave. Normalmente, ocorre com períodos de piora e melhora alternados. A doença pode também prejudicar os olhos.

Quais são seus sintomas

O principal sintoma da rosácea é a vermelhidão, seguida ou não da sensação de estar com a pele pinicando ou queimando, com maior frequência na região central do rosto. Porém, existem outros indícios que estão ligados a ela. Confira quais são:

  • Pele sensível e facilmente irritável;
  • Pele seca;
  • Vermelhidão (eritema) e sensação de calor na pele, de forma súbita (flushing facial);
  • Presença de vasos finos dilatados na pele;
  • Pápulas e pústulas (lesões na pele) que lembram acne;
  • Olhos secos, inflamação das pálpebras e conjuntivite;
  • Espessamento irregular da pele do nariz e dilatação folicular.

As causas da rosácea

Sua origem ainda é não totalmente compreendida, mas estudos mostram que seu aparecimento pode estar ligado a um desequilíbrio no sistema inume e à colonização de microrganismos da pele e ligados à mucosa gástrica. Sabe-se ainda que pode haver relação genética. A recomendação para a pessoa que tem rosácea é a de observar em quais momentos ocorrem os surtos, para tentar identificar possíveis gatilhos (como estresse e alimentação inadequada) e se há histórico familiar da doença.

Os principais tipos

Há cinco tipos de rosáceas, cada um com suas características próprias. Porém, não é incomum que uma pessoa apresente mais de um tipo ao mesmo tempo.

Rosácea Eritemato telangectasia

A pele adquire um tom avermelhado, rosado e pequenos vasos ficam mais evidentes, principalmente na região centro facial, próximo às asas nasais. Pode ser agravado por fatores como álcool, sol, estresse, exercícios físicos e calor.

Rosácea Pápula-pustulosa

Além da vermelhidão, há o aparecimento de lesões pápulo-pustulosas, como se fosse acne. É mais comum em homens.

Rosácea Fimatosa

A pele fica mais espessa, além de avermelhada. Áreas como o nariz podem aumentar de tamanho e se tornar irregular.

Rosácea Ocular

Atinge a região dos olhos, causando vermelhidão e descamação na área dos cílios. Se houver suspeita, o recomendado é ir a um oftalmologista, uma vez que pode evoluir para a perda da visão.

Rosácea Granulomatosa

Mais raro e de mais difícil diagnóstico, sua característica principal é o aparecimento de pequenos nódulos acastanhados ou em outros locais.

Tratamentos para rosácea

A pele de quem possui rosácea é mais sensível e, por isso, não devem ser utilizados cremes abrasivos ou ácidos. Para tratamento, pode-se utilizar medicações, associados a cuidados diários e procedimentos em consultório. Entre eles, o laser fracionado, a luz intensa pulsada e o infravermelho, além de lasers vasculares, que agem melhorando o quadro inflamatório, amenizando a vermelhidão. Contudo, é sempre importante ressaltar que a rosácea não tem cura e para seu tratamento, procure sempre um profissional qualificado e de confiança.

Rotina de cuidados

No dia a dia, pacientes com rosácea devem seguir atentamente os cuidados básicos com a pele, como aplicar filtro solar e evitar a exposição direta ao sol, porque isso pode piorar o quadro. Águas termais também são indicadas, visto que possuem propriedades calmantes e hidratantes.

No outono e no inverno, a inflamação pode se agravar, por conta das baixas temperaturas e banhos mais quentes. Além do estresse, consumir bebidas alcoólicas, alimentos condimentados, chás, achocolatados e café também pode piorar os sintomas. Por vezes, atividades físicas também são gatilhos para crises.

O mais importante é evitar a automedicação e procurar um dermatologista para realizar o tratamento adequado. Se você sofre com esse problema, entre em contato com nossa equipe e saiba mais sobre como podemos lhe ajudar!

Nossa bio

icone-menor-dra-sheila-matielo

A Dra. Sheila Matielo (CRM 28.882) é graduada em Medicina pela Universidade de Passo Fundo (UFP) com especialização em Nutrologia e Medicina Estética, e com pós-graduação em Dermatologia. ?‍⚕

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